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quarta-feira, 29 de agosto de 2007

Tenho este livro em casa e nunca o li na totalidade. Contudo, esta passagem tem-me acompanhado ao longo dos anos. Recorro a ela sempre que preciso de tomar decisões e que a multiplicidade das escolhas dificultam a tarefa. Tenho passado por alguns blogues cujas autoras me parecem precisar deste texto. E por isso, e apenas em jeito de partilha aqui fica:


"Quando te sentires perdida, confusa, pensa nas árvores, lembra-te da forma como crescem. Lembra-te de que uma árvore com muita ramagem e poucas raízes é derrubada à primeira rajada de vento, e de que a linfa custa a correr numa árvore com muitas raízes e pouca ramagem. As raízes e os ramos devem crescer de igual modo, deves estar nas coisas e estar sobre as coisas, só assim poderás dar sombra e abrigo, só assim, na estação apropriada, poderás cobrir-te de flores e de frutos.

E quando à tua frente se abrirem muitas estradas e não souberes a que hás-de escolher, não metas por uma ao acaso, senta-te e espera. Respira com a mesma profundidade confiante com que respiraste no dia em que vieste ao mundo, e sem deixares que nada te distraia, espera e volta a esperar. Fica quieta, em silêncio, e ouve o teu coração. Quando ele te falar, levanta-te, e vai para onde ele te levar.”


Susana Tammaro in Vai aonde te leva o coração


PS: Já olharam para o céu esta noite?
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Há poucos sítios (cafés, restaurantes, bares) onde não sendo bem atendida me apetece voltar. Contudo, não há regra sem excepção... e os Pastéis de Belém são prova disso mesmo. Espera-se imenso tempo por uma mesa, o café vem mal tirado na grande maioria das vezes, o sumo de laranja natural pedi-lo fresco é o mesmo que nada, os empregados não olham sequer para nós... enfim, alguns têm ar de quem está ali à uma vida inteira e já devem ter atendido milhões de pessoas. Acho que nada é desculpa para a má disposição ou falta de disponibilidade para atender quem vem ali gastar uns aérios. Isto para não falar do espaço, que de giro e agradável não tem nada.Mas tudo bem... os pastéis valem por tudo e são realmente um orgasmo gástrico. E é apenas por eles que insisto em voltar sempre que o meu paladar o deseja... e ontem à tarde lá tive de fazer o sacrifício de comer dois ;)
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segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Berardices...
Ontem, Stiletto and I decidimos tomar um banhinho de arte à pala dos quadrinhos do tio Berardo... Já que os nossos impostos os vão mesmo adquirir, convém saber afinal porque descontamos tanto ao fim do mês. Resultado, gostei de seis ou sete telas, mas presumo que o problema seja da minha falta de cultura ou sensibilidade para com a arte moderna. A propósito, mais milhão menos milhão, em vez de lançar Opas por aí, será que o tio não quer adquirir uns quadros a sério? Sei lá, ocorreu-me que a Mona Lisa poderia ficar bem no CCB, ou o Beijo do Klimt, ou ainda As Meninas do Velasquez, ou uns quantos do Dali, ou até a Maja desnuda do Goya. Pense bem tio Berardo, quando quiser investir em arte, aqui a Vanity vai consigo às compras, que lhe parece? Olhe que as Bailarinas do Degas também não ficavam nada mal... Meu caro tio, não fique triste aqui com a vanity, sabe que um dos meus quadrinhos preferidos, foi mesmo o seu retrato assinado pelo Júlio Pomar. Quem é uma querida que transborda bom gosto?
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quarta-feira, 22 de agosto de 2007



É a loucura... após uma longa odisseia em busca do vestidinho perdido, eis que se encontra sem procurar, o modelito ao lado... estou tão feliz... é que me fica mesmo a matar ;) não se riam, estava mesmo a precisar de algo para andar com a pernoca ao léu... tipo fresca e fofa ;)
PS: Há mais na Mango, e são muito mais giros no corpo, do que nesta modelo magrela ;)
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sábado, 18 de agosto de 2007






Será que alguém tem por aí um penso rápido para a alma?

PS: preciso com alguma urgência, de preferência daqueles com desenhos coloridos

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sexta-feira, 17 de agosto de 2007



Alguém me explica, como se eu fosse uma criança de 4 anos, porque é que sentimos falta de pessoas que mal conhecemos? Incomoda-me quando alguém entra na minha vida sem bater e sem que eu tivesse necessariamente aberto a porta. Esse alguém simplesmente entrou enquanto eu, distraída, olhava lá para fora... e veio pé ante pé espreitar. Dominado pela curiosidade talvez. Ainda cá está. E por estranho que pareça também não quero que saia, pelo menos por agora... Estou apreensiva por não saber o que este doce viajante é na minha vida, e no entanto já ocupa espaço... sim não se entusiasmem, não é amigo colorido, nem amigo, nem pseudonamorado, nada disso... mas é alguém em quem penso mais do que me apetecia, com quem falo como se já pertencesse mesmo à minha vida. Aguardam-se desenvolvimentos dos próximos capítulos...
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A Juani desafiou-me e cá estou eu a esclarecer as minhas sete casualidades...


Cada pessoa escreve sete factos casuais sobre a sua vida. Depois passa o desafio a outras sete, deixando um comentário no seu blogue para que essa pessoa saiba que foi desafiada.Respostas (as minhas claro):


1- Todos os dias faço 40 km para ir trabalhar, e todos os dias penso que um dia tenho mesmo de ir morar para Lisboa;

2 - Chego sempre ao trabalho e sorrir e falo pelos cotovelos, por isso se me virem cabisbaixa e calada, é preocupante...

3- Todos os dias tento ir dormir mais cedo, mas a noite tem sempre um qualquer apelo, resultado, o despertador a tocar as 6 h 30 m e eu a rogar-me pragas... só o Pedro Ribeiro da Comercial me faz rir pela manhã;

4 - Continuo a deslumbrar-me com o pôr-do-sol como se fosse o primeiro;

5- Não lido bem com as injustiças, mesmo as pequenas...deixam-me furiosa; tudo isto porque acredito mesmo nas pessoas... até ver;

6 - Sempre que entro em casa vou logo ao correio, é vício mesmo... adoro receber cartas, manuscritas, aquelas que escrevíamos antes do msn, dos sms, do e-mail...

7- Café logo pela manhã, ou ao início da tarde ( depende das horas a que vou trabalhar) é verdadeiramente essencial, e torna-me uma pessoa melhor ;)
Passo o desafio à Pipoca, à Leididi, à Marthita, à Stiletto, à Wednesday, às Maçãs e à Kitty .
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quinta-feira, 16 de agosto de 2007

Mariza - Ó Gente da Minha Terra (Oh People of My Land)

Ontem à noite Mariza deslumbrou. Segundos antes de pisar o palco,sob um imenso céu estrelado, foi-nos oferecida uma estrela cadente... prenúncio de uma noite mágica? O castelo de Palmela transformou-se num cenário intimista, onde o som da guitarra portuguesa foi apenas interrompido pelo marulhar das folhas das árvores e pela voz da diva. Mariza enche... os gestos, a atitude, a voz, tudo incrivelmente perfeito e harmonioso.Decididamente, ela é africana da cintura para baixo (a anca dela não mente) e portuguesa da cintura para cima (a voz transborda o nosso sentimento, a nossa saudade).Ainda me sinto lá, a ouvi-la, a olhar para ela, a deixar-me deslumbrar por tudo o que consegue provocar em nós.Mariza significa a minha descoberta do fado, e ouvi-la ao vivo é fascinante!

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terça-feira, 14 de agosto de 2007


Mariza, 15 de Agosto,22 horas, Castelo de Palmela... é já amanhã e eu vou lá estar! Iupi...
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Há lá coisa mais irritante do que ter de estar no trabalho às 8 horas? Sim, claro que há... é estarmos em pleno Agosto,eu não estar de férias, haver muito menos trânsito, mas às 7h 40 m haver um choque em cadeia (seis veículos) na segunda circular, no sentido Benfica-aeroporto em frente ao Alvalade XXI, e os condutores que vão na faixa de rodagem contrária usarem o seu espírito voyer e causarem um engarrafamento por curiosidade e especulação. Não há pachorra... será que ninguém tem de estar no trabalho a horas?
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