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terça-feira, 4 de setembro de 2018


Gosto particularmente do mês de Setembro, talvez por isso o tenha escolhido para casar. Ainda é Verão, mas não está demasiado calor. É para mim um início de ano, com tantas possibilidades como se do dia 1 de Janeiro se tratasse. É um mês brando, as cidades estão a meio gás, entre os que regressam e os que vão de férias. Há uma espécie de ritmo lento até ao retomar do ano lectivo. Só então o trânsito enche as cidades e nos recorda o frenesim da rotina. Setembro é um mês de (re)começos ... regresso às aulas, ao trabalho, novos projetos, grandes e pequenas mudanças. Aqui em casa o Setembro vai ser doce, ao ritmo lento da maternidade, com cheiro a bébé e sonhos embalados na nossa bolha de amor. Que o vosso Setembro seja tão doce como o meu.
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domingo, 2 de setembro de 2018

Cristina Ferreira, a marca

Há muito que Cristina Ferreira deixou de ser apresentadora de televisão e passou a ser uma marca. Quer se goste dela ou não (enquanto profissional), temos de reconhecer o espaço mediático que conquistou ao longo dos últimos anos. Como a própria já referiu entrou na TVI como estagiária a ganhar quatrocentos e poucos euros. Hoje a mesma estação de televisão paga-lhe cerca de quarenta mil euros por mês. Ao longo das últimas semanas muito se tem falado da sua mudança da TVI para a SIC. Li comentários do mais absurdo que existe no Instagram e no Facebook da própria. Acusam-na de traição, de dever tudo o que é à TVI, que está a cometer o maior erro da vida dela, que só pensa em dinheiro. Discordo em absoluto! Quando um jogador de futebol troca de clube, e passa a ganhar um ordenado superior, ninguém estranha. Geralmente aplaudem. Significa que tem talento, que passou a jogar na "liga dos campeões". Ronaldo trocou o Sporting pelo Manchester, o Manchester pelo Real Madrid, e recentemente o Real pela Juventus. Nunca ouvi ninguém dizer que devia ter ficado no Sporting. Será que é por ser mulher? Será que não estamos habituados ao sucesso a esta escala? Será que nós ambicionamos pequeno e esta mulher conseguiu o que a maioria não se atreve sequer a sonhar? Escreveram em várias publicações que vai ganhar mais que Francisco Pinto Balsemão. E qual é o problema? Vai ganhar 1 milhão de euros por ano? E se fossem 2 milhões? Se a SIC lhe fez uma proposta com estes moldes seguramente fez contas e percebeu o retorno que poderá vir a ter. Não há almoços grátis, não sejam anjinhos. Se a Cristina vai ganhar 1 milhão quanto é que a SIC poderá lucrar ? Leio frequentemente que a Cristina grita, que o programa que apresenta é para o povo, que é espalhafatosa. Caros amigos, o futebol não é também para o povo? Quando o estádio da luz enfia 60 mil pessoas lá dentro aos gritos, à espera que o Benfica marque isso é cultura de que nível intelectual? Os jogadores de futebol que não articulam mais do que três ou quatro frases seguidas e são admirados por esta gente toda são o quê? O cúmulo da sabedoria? Ganham todos mais que a Cristina Ferreira mas ninguém fala mal deles. Se a Judite de Sousa trocou a RTP pela TVI (isso sim é que para mim seria o impensável) porque é que a Cristina Ferreira não pode trocar a TVI pela SIC? A marca Cristina Ferreira vai continuar a acumular créditos. Aposto as minhas fichas no sucesso dela na SIC e não vou ficar surpreendida quando a mesma anunciar mais um projeto arrojado. Para as pessoas que só sabem criticar, ponham os olhos no percurso dela, e ousem arriscar um bocadinho.
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quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Summer Outfit


vestido - Jasmin Noir

Adoro vestidos brancos no Verão, tanto curtos como compridos. O branco na pele bronzeada é uma imagem que guardo sempre dos meses de Verão. Espero que este ano ainda tenhamos muitos dias de sol para que o branco e o bronze possam perdurar ...
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quarta-feira, 29 de agosto de 2018

De Lisboa para o Porto por amor ...


Lisboa é a minha cidade do coração. Adoro a luz, o rio, os miradouros, o Chiado. Correr ao pôr-do-sol em Belém é mágico. Mas quis a vida que me apaixonasse por um homem do norte. Quando casámos decidimos morar no Porto por várias questões, entre elas, o apoio familiar que os meus sogros podem dar aos netos. O Porto para mim era apenas uma cidade sombria a 300 km da minha querida Lisboa. Conhecia mal a cidade de um ou outro fim-de-semana de passagem. Há três anos quando começámos a namorar fui descobrindo uma cidade cheia de sitios fabulosos. Desde a comida, às pessoas, aos monumentos. Já para não falar da vista de Gaia para a ribeira, do terraço do Hotel The Yeatman, cuja foto acima não faz justiça à beleza do local. Se forem ao Porto apenas de Sexta a Domingo, deixo aqui algumas sugestões de sitios a não perder.

Caso o orçamento o permita, dormir no Yeatman é por si só uma experiência. Acordar com vista para a Ribeira e nadar quer na piscina interior quer na exterior vale a pena. Mesmo não estando hospedado no hotel , beber um porto tónico no terraço está à disposição de qualquer pessoa . A vista é para apreciar devagar. Outro local para ficar e bem mais em conta são os vários alojamentos locais de que a cidade dispõe. Deixo o Gold & Grey Loft como sugestão.

A visita à livraria Lello & Irmão é obrigatória, quer se goste de livros ou não. Foi classificada como uma das 10 livrarias mais bonitas do mundo e como é do conhecimento público inspirou J.K. Rowling na escrita do Harry Potter.

Suba os 225 degraus da  Torre dos Clérigos e usufrua de uma vista 360º da cidade. 

Assista ao pôr-do-sol no passeio das virtudes

Ande a pé pela baixa em direção à Ribeira. Pelo caminho aprecie os maravilhosos azulejos da Estação de São Bento. 

A Rua das Flores é ponto de passagem obrigatória. São cada vez mais os edifícios remodelados, os restaurantes, cafés, hotéis que justificam a visita. Pare na Mercearia das Flores, na Ourivesaria aliança ou na Chocolataria. Em nenhum dos sitios  se vai arrepender.

Tome um cimbalino no Café Magestic na Rua de Santa Catarina.

Para o Brunch recomendo o Zenith. Ao almoço, a Casa Aleixo é um clássico, tal como os filetes de polvo com arroz do mesmo. Ao jantar, se preferir algo mais cosmopolita aconselho o Flow e o Oficina

Caminhe pela Foz e beba um Gin numa das muitas esplanadas em frente ao mar.

Assista um concerto na Casa da Música.

À noite, beba um copo num dos muitos bares da Rua Galeria de Paris.

Prometo mais posts sobre esta cidade que está definitivamente na moda.


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terça-feira, 28 de agosto de 2018

Cuidar da minha pele ...

Confesso que sou muito preguiçosa no que diz respeito à hidratação da pele. Quando estava grávida usava o creme da ISDIN para prevenir as estrias mas colocava apenas uma vez por dia. Nunca cumpria com as duas vezes recomendadas na embalagem. Também sou preguiçosa com a água. Neste momento bebo muita porque é Verão, e amamentar dá muita sede. Mas geralmente no inverno esqueço-me com facilidade de beber água. Como o tempo para cuidar de mim é muito menos, encontrei no Bio Oil o meu aliado. Tomo banho e coloco-o ainda molhada no corpo todo. Depois seco-me com a toalha e está feita a hidratação da pele . Mais rápido impossível e com a vantagem de melhorar as estrias. Estou muito satisfeita com a sensação de pele macia permanentemente.
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domingo, 26 de agosto de 2018

Cinco semanas depois de ser mãe ...


O Manel nasceu há um mês e com ele todas as nossas rotinas foram alteradas. Tenho a sensação de que o meu trabalho sempre foi cuidar dele. Passo o dia a dar colo, mimo, amamentar, mudar fralda, acalmar a birra do sono, dar banho. Parece-me uma realidade distante o tempo em que trabalhava com horários para uma multinacional. O tempo agora é relativo. Às vezes a segunda-feira é igual à sexta. É o telemóvel que me lembra o dia do mês e da semana em que estamos. Nestas cinco semanas após o nascimento do meu filho tenho precisado de momentos só para mim e outros só para nós ( o casal que existe além dos pais que agora somos) . Como é que isto é possível? O meu marido fica algumas horas com o Manel enquanto vou arranjar as mãos, ou vou às compras, ou até fazer uma massagem. Não me ausento por mais de três horas, mas acreditem que é o suficiente para apanhar ar e regressar a casa com outra disposição e nova energia para cuidar do bébé. E nós? Normalmente conseguimos conversar, ou ver um filme juntos à noite depois do jantar. É o nosso momento entre as horas de sono do Manel. Embora ainda só o tenhamos feito uma vez já almoçamos fora a dois, e deixámo-lo com os avós. Soube-nos a almoço de namoro. Embora menos frequentes sinto que estes momentos têm de existir. Preciso de estar sozinha para encher o peito de ar, para me sentir mulher e não apenas mãe. Adoro o meu filho, ser mãe enche-me de felicidade. Contudo, para ser uma boa mãe preciso de existir para além da maternidade. Preciso de olhar por umas horas para o meu marido enquanto meu namorado. Adoro vê-lo ser pai do Manel, mas preciso que de vez em quando sejamos apenas nós, por poucas horas que sejam. Algures nesta tentativa de equilibrio de papeis acredito que estamos a construir a nossa familia de forma saudável.

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

O que oferecer a uma recém mamã

Quando nasce um bébé  são muitas as pessoas que nos querem ver. Amigos e família dividem-se entre visitas ao hospital e visitas a casa. Mas o assunto visitas fica para outro post. Hoje escrevo sobre os presentes. Normalmente oferecem roupa e brinquedos ao recém nascido. Não digo que não seja útil, mas roupa a criança tem muita ( a maior parte dos pais trataram do assunto antes do nascimento, compraram e pediram emprestado a quem tem crianças com idades próximas) e os brinquedos , não são aquilo que a criança precisa nos próximos meses. Quem realmente precisa de presentes é a mãe. É ela que está exausta, que dorme pouco, que cuida do recém nascido que dela depende para viver. Então se vocês querem mesmo ficar no coração de quem acabou de ter um bébé façam o seguinte:

- Ofereçam uma massagem à mãe ( o corpo e a cabeça dela agradecem) ; 

- Apareçam lá em casa com o almoço ou o jantar já preparado ( cozinhar nos primeiros dias de vida de uma recém nascido é uma tarefa dificil);

- Ofereçam uma cesta de fruta variada ( amamentar dá fome e sede);

- Levem as panquecas preferidas da vossa amiga (acreditem que enfiar o dente em panquecas com nutella pode ser o melhor presente do mundo);

- Ofereçam um serviço de cabeleireiro, manicure, depilação ao domicilio da sparkl ( nos primeiros tempos de vida do bébé sair de casa pode ser mais dificil, e cuidarem de nós em casa é um mimo espetacular);

Se precisarem de mais ideias é só perguntar que isto de ter sido mãe há menos de um mês torna-me especialista no assunto.
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segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Os dias parecem todos iguais ...

Quando vivemos dentro de uma bolha de amor, o mundo exterior parece muito distante. O trabalho já não importa. Os dias da semana deixam de existir. As vinte e quatro horas do dia passam ao ritmo das horas de mamar, da muda da fralda, das massagens para as cólicas, do banho. Alguém colocou a vida em modo pausa para que aqui em casa nos habituemos à nova vida com o nosso menino. Os assuntos sérios das pessoas crescidas são trocados por beijinhos, colo, mimo. As agendas servem só para anotar os dias de ir pesar o Manel, de irmos ao Pediatra ou o dia das vacinas. Temos todo o tempo do mundo para nos conhecermos. Bem precisamos de tempo. Ele agora chora com fome, depois o choro sofrido parece ser de cólicas, agora o choro parece incomodo com o calor. E digo parece, porque ainda o estou a conhecer... O meu bébé é um mundo de coisas novas nem sempre fáceis de entender. Só agora percebo porque ficamos burras com a maternidade. O cérebro está meio entorpecido, sem ritmo para grandes raciocínios. É propositado. Só nos é pedido que consigamos sermos mães (o que é por si só uma profissão a tempo inteiro). Agora a prioridade é conhecer o bébé, dar-lhe conforto, fazê-lo sentir-se seguro e amado. Eu preciso de estar tranquila, para que ele adormeça sereno. Leio alguns livros sobre a maternidade não com o propósito de estabelecer regras ou métodos. Procuro sim perceber melhor o meu bébé e toda a ajuda é bem vinda. Percebo que não estou sozinha. Que há mais mães que passaram pelas mesmas dificuldades. Há coisas que só o tempo e o amor que sinto por ele me vão ajudar a perceber ...


Sugestões de leitura :

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sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Eu era uma pessoa que dormia 8 horas por noite...

Uma das questões que sempre me assustou na maternidade era a suposta privação do sono. Desde que me conheço que durmo imenso. Oito horas de sono por noite são sagradas, mas também podiam ser nove ou dez. Admiro pessoas como o Prof. Marcelo, mas para mim dormir quatro a cinco horas torna-o num extraterrestre!  Com o nascimento do Manel os meus hábitos de sono modificaram-se. Eu amamento, logo de três em três horas ele pede leite. Passaram três semanas desde o nascimento do baby boy. Há dias em que estou exausta, outros sinto-me apenas muito cansada. Mas a verdade é que consegui adaptar-me a esta nova rotina de dormir por intervalos de duas, ás vezes três e muito raramente quatro horas. Não encontro explicação racional para a minha superação física da privação de um descanso que sempre considerei sagrado. As hormonas e o amor de mãe devem dar-nos uma capacidade extraordinária de superação dos nossos próprios limites. o que mais vou eu aprender ao longo das próximas semanas? Não sei, mas aposto que me vou surpreender novamente. Isto de ser mãe é mesmo extraordinário.
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sexta-feira, 3 de agosto de 2018


37 anos, e uma mão cheia de razões para me sentir grata com tudo o que a vida me trouxe. Ao longo da nossa vida passamos por duras travessias no deserto. Anos que parecem não ter fim, tristeza e mágoas que demoram a suavizar. Mas depois a vida oferece-nos em dobro tudo aquilo que nos faz falta. Os meus 36 anos foram repletos de felicidade. Foram 365 dias cheios de emoções fortes. Casei, engravidei e fui mãe. Que os 37 me tragam serenidade para usufruir em pleno de tanto amor!
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quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Summer Outfit


O Verão chegou com o mês de Agosto e pede peças leves e frescas. Aqui fica uma sugestão para um passeio de fim de tarde pela cidade, ou para um jantar depois da praia.



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Manuel, 12 dias


Ontem regressámos ao estúdio da Susana Schmitz. Tal como referi, ela fotografa recém-nascidos com uma dedicação extraordinária. Digo isto não só pelo resultado final das fotografias, mas pela forma como os trata durante a sessão. A Susana tem umas mãos de fada. Veste-os, despe-os, muda-os de posição sem que eles acordem. Tudo é feito para respeitar o sono do bébé. O estúdio está aquecido para que não tenham frio, tem fraldário, almofada de amamentação. Nada foi deixado ao acaso neste espaço que está preparado para receber os nossos bébés. Adorei e recomendo! 

PS: foto tirada com o meu telemóvel. O trabalho final da susana mostro em breve.
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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Puerpério, a realidade mora aqui ...

Ter um bébé pequenino em casa faz com que a vida entre noutra dimensão. Vivemos a um ritmo muito próprio das circuntâncias. Há uma espécie de bolha de amor que nos isola do mundo exterior. Nada mais importa. Somos só nós os 3, a aprender a viver como família. Mas nem tudo é fácil. Nos primeiros dois ou três dias, estava exausta do parto e só tinha vontade de chorar. As horas de sono são poucas e não ajudam o corpo a recuperar. Depois veio a subida de leite, mamas doridas, mamilos gretados. Continuo a perder sangue. Ando com cuecas de incontinência por ser muito mais prático e higiénico (nada estético, parece que tal como o meu filho uso fralda). Confesso que há dias em que me esqueço de tomar banho, tal não é o meu foco nos cuidados ao Manel. Os dias passam entre muda da fralda, dar de mamar, dar banho, acalmar as cólicas... É fácil no meio disto perdermo-nos de quem somos. Aproveito os periodos em que ele dorme, para dormir também. O pai ajuda a cuidar da casa, vai às compras, faz comida. No dia em que o Manel fez 1 semana de vida conduzi pela primeira vez. O pai ficou a vigiar-lhe o sono e eu fui aproveitar a janela de 3 horas em que ele normalmente está a dormir. Perdi 8 kg em 8 dias. Enfiei-me novamente num vestido tamanho M (com fralda por baixo, garanto que não se nota nada), perfumei-me e fui apanhar ar. Tomei café e fui ao cabeleireiro. Precisava de ar da rua. Ar que não esteja saturado de cheiro a leite e cócós. Senti-me bem, feliz e bonita. Cuidarmos de nós é importante. O bébé precisa de uma mãe feliz e tranquila. Regressei a casa com energia reforçada.
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domingo, 29 de julho de 2018

Declaração de amor ao meu marido ...


Foto: Pau Storch

Amo ainda mais o meu marido depois do nascimento do Manel. Recordo cada hora do meu trabalho de parto com ele sempre ao meu lado. Umas vezes a rir, outras a brincar, outras com ar de desespero por ver o meu sofrimento durante as contrações. Foram horas de cumplicidade de um momento tão nosso. O L. colocava-me soro frio na cara durante as contrações, abraçava-me, ajudava-me a respirar quando eu já não o sabia fazer. Vi-o chorar já depois do Manel ter nascido, numa descarga de adrenalina brutal por tantas horas de emoções tão fortes. Ele não se poupou a nada. Quis assistir ao processo todo, e isso incluiu o meu sofrimento fisico e emocional. O Manel tem uma semana de vida e tem sido maravilhoso ver como o ele cuida do nosso filho. Tenho comigo um amigo, marido e agora o pai que sempre quis para os meus filhos. Sou uma mulher com o coração cheio ...



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sábado, 28 de julho de 2018

20 Julho 2018, 10h 08 m

O Manel mostrou à nascença que é um rapaz cheio de personalidade e de convicções. Decidiu quando e onde nascer. A indução do parto estava marcada para dia 26 Julho, num Hospital privado em Lisboa. Foi o último hospital onde trabalhei como enfermeira. Conheço toda a gente, a minha Obstetra está em Lisboa, por isso, apesar de vivermos no Porto, eram esses os planos. Dia 18 Julho às 23h 30m comecei a sentir contrações, primeiro de 40 em 40 minutos, depois de 30 em 30. Já sabia que não valia a pena ir para o hospital antes de serem de 10 em 10 minutos, por isso quando a dor acalmou, estava cheia de sono e fui dormir. Este era o momento para colocar a mala no carro e viajar até Lisboa. Curiosamente a minha Obstetra ausentou-se do país durante 4 dias (18 a 22 Julho). Decidi que não fazia sentido fazer a viagem de 2h 30m quando a pessoa que me ia ajudar a trazer o Manel ao mundo não estava presente. O meu plano B passou a plano A. Se de manhã as contrações voltassem iria para a maternidade pública do Porto, o Centro Materno Infantil (antiga Maternidade Júlio Dinis). Enquanto isto, o meu marido dormia profundamente... As 7h da manhã do dia 19 Julho as contrações não mentiam e repetiam-se de 10 em 10 minutos. O Manel estava a bater à porta. Tinha entrado em trabalho de parto. Arranjei tranquilamente a minha mala. Tomei banho, às 9h estavamos na maternidade. Fiquei internada, mas tinha apenas 1 cm de dilatação. O meu marido ficou comigo numa espera que parecia longa. As horas passavam e cada vez que me vinham avaliar a dilatação permanecia igual. Caminhei no corredor, fiz exercícios na bola de pilates. Nada fazia avançar a minha dilatação. Como o processo estava demorado o meu marido foi dormir a casa. Embora os pais possam ficar no hospital durante a dilatação, as cadeiras ao lado das camas são desconfortáveis e ele precisava de energia para o dia seguinte. 1h da manhã ... estava deitada quando as águas rebentaram. Literalmente a sensação de fazer xixi pelas pernas abaixo, mas em quantidades indescritiveis. E agora sim, não sei o que aconteceu mas as contrações passaram a ser muito próximas e dolorosas. Pedi epidural. A enfermeira disse-me que tinha apenas 2 cm de dilatação. Mas eu estava tão cheia de dores que supliquei pela famosa anestesia. A enfermeira  ajudou e fez-me um toque mais profundo para aumentar a dilatação. 3 cm ... venha a epidural. Levaram-me para a sala de partos. Liguei ao meu marido para vir ter comigo. Nessa noite estavam dois anestesistas de serviço. A anestesista surgiu apressada, brindou-me com o seguinte discurso:

- Vá , vamos lá. Tem de estar quietinha, para eu fazer isto rápido porque tenho de voltar para o bloco. Tem de colaborar comigo.

Vira-se para uma das enfermeiras e diz:

- Vocês hoje decidiram pedir epidural para todas. Mal chegam aos 3cm chamam.

Ora eu, cheia de contrações dolorosas e pouco espaçadas, acho que nem 1 minuto aguentava sem me contorcer toda. Supliquei que aguardasse pelo alivio do fim da contração para me posicionar corretamente para a epidural.

- Assim vou-me embora, não consigo esperar. Tenho situações urgentes no bloco. Chegue para aqui as costas e esteja quieta. Não se mexa.

Não vos consigo dizer o quando sofri naqueles minutos que pareceram horas. As dores das contrações eram insuportáveis. A anestesista estava sem paciência. Foi arrogante e só aumentava o meu desespero.  Após a epidural começaram a dar-me fármacos pelo cateter. Mas o alivio pouco durou. O meu marido chegou e eu contorcia-me toda agarrada a ele. Estive assim entre a 1h e as 5h da manhã. Como enfermeira que sou sabia que sentia demasiado as pernas, que após a epidural os doentes não sentem dor. Por isso no meio do desespero eu tinha uma certeza : o cateter epidural estava mal posicionado! Supliquei por novo anestesista e a repetição do procedimento. As enfermeiras conseguiram trazer outro anestesista à sala de partos. O discurso daquela noite parecia ser o mesmo.

- Vamos lá despachar isto. Esteja quieta, não se mexa. Tem de colaborar.

Eu estava a morrer de dor. Foram quatro horas sem epidural, e com contrações dolorosas. Estava exausta. Sabia que se não fosse feito alguma coisa não ia conseguir colaborar no periodo expulsivo devido à minha exaustão. Precisava de descansar, de estar fisica e mentalmente em sintonia para ajudar o Manel a percorrer a parte final do canal de parto. Mais uma vez o anestesista não quis saber. Só queria que eu estivesse bem posicionada e quieta. Rezei. Rezei baixinho. Pedi a Deus que me aguentasse por 1 ou 2 minutos as contrações. Desta vez o cateter tinha de ficar no sitio. Apertei com força as mãos das enfermeiras. Cateter colocado. Fármacos administrados. E finalmente a dor parou. A epidural é isto (quando bem feita claro). Comecei a falar e a respirar normalmente.  Seguiram-se 5 h tranquilas sem dor. A dilatação a progredir a bom ritmo. 8h 30m  Estou há 24 horas em trabalho de parto. Muda o turno. Entra a enfermeira Sofia na sala de partos. É ela que me vai fazer o parto. Ajuda-me a dilatar. Posiciona a cabeça do Manel que parece estar rodada. Explica-me como fazer força de forma a puxar o Manel cá para fora.Durante 1h 30m estive a dar o litro no ginásio. Literalmente. A cada contração eu fazia força guiada pela voz e pelas mãos da enfermeira Sofia. 10 h O meu marido faz força na barriga para empurrar o Manel para baixo. Entra uma obstetra para amparar o Manel na manobra final. A enfermeira Sofia com uma voz doce comanda a situação. Pede-me que me irrite com ela. Que me zangue. Que faça muita força porque a cabeça está mesmo a sair. Cerro os dentes. Sinto as entranhas a contrairem-se. Sinto a cabeça dele a sair. Estou toda suada. O meu marido despeja-me soro pela cara. 10 h 08 m o Manel chora... estou exausta. Colocam o menino junto a mim para o contacto pele a pele. Parir é qualquer coisa de verdadeiramente animal. Fiquei com a certeza que depois disto correr os 42 kms da maratona vai ser peanuts ...
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quarta-feira, 18 de julho de 2018

Curso de preparação para o parto : Sim ou Não?

Independentemente da formação académica e profissional de cada um, acho que devemos fazer o curso de preparação para o parto quer sejamos mães de primeira ou segunda viagem. Eu sou enfermeira de formação. Fiz estágio de maternidade, assisti a partos, dei banho a recém nascidos, tive aulas teóricas sobre o assunto. Mas isto foi há 15 anos atrás. O conhecimento evolui e devemos ouvir daqueles que têm experiência recente no assunto o que é boa prática ao dia de hoje. Existem muitos livros acerca da maternidade. Contudo, acho que nada substitui o curso uma vez que são sessões práticas onde além da teoria, nos ensinam truques para lidar com as dificuldades de ter um bébé. No meu caso fiz o curso no centro de saúde da minha área de residência. Além deste, fiz vários workshops gratuitos patrocinados por várias marcas (Chicco, Crioestaminal, Bébé Vida) onde aprendi imenso. Quando o dia chegar não nos vamos lembrar de tudo. Mas quero acreditar que quanto mais informada estou, mais fácil será encontrar a solução para o problema. Já sei que as opiniões da familia vão surgir sem as termos pedido. É mesmo por isso que acredito que devemos ter o máximo de informação, para perceber o que melhor se adequa ao nosso bébé.
Uma das muitas coisas interessantes que aprendi, foi a colocar o bébé a dormir enrolado num swaddle. Isto permite que ele se sinta aconchegado, seguro, e evitar o reflexo de moro. Se pensarmos que o bébé no nosso útero tem pouco espaço, e esse é o ambiente que conhece, é normal que se assuste se estiver a dormir num berço demasiado grande nos primeiros dias de vida. Podem ler mais sobre esta técnica aqui.  Comprei os meus swaddles na Gloop, mas existem várias marcas. Com o Manel vou usar a cama ninho e o swaddle (ambos na foto) especialmente para as sestas durante o dia. Quero colocá-lo no berço apenas à noite.

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terça-feira, 17 de julho de 2018

Cristiano Ronaldo, o nosso super atleta

#melhorjogadordesempre

Que o nosso Cristiano Ronaldo é o melhor do mundo todos sabemos. Não vou entrar aqui em comparações entre ele e o Messi. Muita tinta já se escreveu sobre o assunto. O que mais me impressiona neste super atleta é a cabeça dele e a sua força mental. Cristiano desafia-se a si mesmo diariamente. Quando é criticado devolve em campo as razões pelas quais soma e segue record atrás de record. Hoje na conferência de imprensa de apresentação na Juventos brindou-nos ora com ar seguro, de quem está habituado à pressão do palco mediático, ora com ar de miúdo reguila que se prepara para provar que aos 33 anos não está velho para jogar futebol e que ainda nos vai conseguir surpreender. Este rapaz merece ser considerado o melhor jogador de futebol de todos os tempos. Esqueçam lá o nosso Eusébio, o Pelé, e outros tantos. Há qualquer coisa de diferente nele. Não acho que seja uma questão de sorte, ele trabalha mais que os outros, prepara-se mais que os outros e por isso merece todo o nosso respito. Embora seja fisicamente um super atleta, acho mesmo que ele tem uma super mente. É esse cérebro que eu lhe invejo. Se tivessemos metade da força mental do Cristiano e usassemos verdadeiramente o nosso potencial, acredito que fariamos coisas extraordinárias. 
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segunda-feira, 16 de julho de 2018

Mudar de profissão...

Ao longo dos anos têm sido várias as pessoas com quem me tenho cruzado que decidiram deixar a profissão na sua área de formação e decidiram mudar. Uns foram à procura do sonho, outros fizeram de um hobbie profissão. E enganam-se se acham que não tinham carreiras bem sucedidas, ou cursos que deram muito trabalho a tirar. Conheci a Alexandra, Engenheira Civil, que trabalhou na construção da Ponte Vasco da Gama, e hoje tem a sua empresa de Coaching. Ou a Susana, que é farmacêutica, mas hoje é fotógrafa de familias, dedicando-se especialmente às grávidas e aos recém nascidos. Há também o Rodrigo que foi comercial numa multinacional farmacêutica e hoje é um conhecido Chef e tem o seu próprio restaurante. Mas não é difícil encontrarem mais exemplos nas páginas de revistas.  Para quem gosta de ler histórias de quem decidiu mudar, sugiro a revista da Rita Ferro Alvim, a Tribo. Aqui encontram muitas familias que repensaram a sua vida especialmente depois do nascimento dos filhos. Que a idade não seja desculpa. Há que mude aos 30, aos 40 e até aos 50. Mudar dá trabalho, muito trabalho, leva-nos para longe da zona de conforto, mas a satisfação de sair da cama com vontade de trabalhar compensa tudo o resto. Afinal de contas, só vivemos uma vez ...


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sábado, 14 de julho de 2018

Por tudo e por nada ...

Há duas razões pelas quais somos criticados : por tudo e por nada ... Por isso o melhor é mesmo sermos firmes nas nossas convicções e seguirmos em frente. Adoro ouvir este tipo de frases:

- Eu cá trabalhei até ao dia do parto. 
- Gravidez não é doença. Mas agora engravidam e metem logo baixa. 
- Se meteu baixa tão cedo é porque tem possibilidades e não precisa do dinheiro.

Queridas amigas, se trabalharam até ao dia do parto problema vosso, foi porque assim o entenderam e conseguiram. Estar grávida aos 36 é uma coisa, aos 26 é outra. Fisicamente a energia não é a mesma, e felizmente a maturidade é outra permitindo que as escolhas sejam diferentes. Uma mulher que no inicio da gravidez deixa de trabalhar pode fazê-lo por várias razões. Pode existir risco de aborto medicamente comprovado, pode ter náuseas e vómitos tão intensos que passa a vida a correr para a casa de banho (e passa o dia com um mau estar indescritivel) ou pode ter demorado dez anos de tratamentos de fertilidade para conseguir ser mãe que agora se quer resguardar. Já pensaram nisso? Que direito temos de pedir a uma mulher que esperou dez anos para engravidar o que quer que seja? Submeteu-se a tratamentos que fisica e psicologicamente deixam qualquer pessoa/casal à beira de um ataque de nervos e agora ainda tem de justificar porque decidiu ficar nove meses em casa? O medo/receio de perder este filho não será por si só uma boa razão para deixar de trabalhar? Somos excelentes na arte de apontar o dedo e muito pouco interessados em perceber o outro. Não devia ser necessário a vida por nos à prova para conseguirmos perceber este tipo de situações. A galinha da vizinha não é sempre melhor que a vossa. Alguma vez pensaram que aquilo que vos parece um conto de fadas pode não o ser?


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quinta-feira, 12 de julho de 2018

Entrei em modo grávida queixinhas...

Caros amigos, estar grávida começa a perder a graça. As insónias não me largam e começo a parecer um zombie. Tomar banho e lavar a cabeça de uma só vez tornou-se uma tarefa cansativa para não dizer logo de uma vez que me deixa de rastos. E os meus pés que andavam a portar-se tão bem parecem agora saídos de um filme do Shrek. A continuar assim vou ter de fazer drenagem linfática. Eu sei que está mesmo quase, que só faltam 2 semanas para o bébé sair cá para fora. Mas este quase parece uma eternidade. Adorava conseguir fazer mais coisas para o tempo passar rápido. Mas ir a rua durante duas ou três horas deixa-me KO. Obrigada por aturarem o meu dasabafo, sim? 
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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Comprar prendas de Natal nos saldos de Verão ...

Ora aqui está um tema que sempre me fez confusão, mas que acho de grande utilidade. Tenho uma amiga que costuma comprar nos saldos de Verão vários presentes de Natal e de aniversário para o ano inteiro. Claro que em Julho ou Agosto não pensamos nisso, mas sim em aproveitar a praia. Mas na verdade, conseguimos encontrar muita coisa gira e a metade do preço sem estarmos pressionados com a próximidade das datas. Quem tem muitas primas, amigas a quem dar presentes e não quer gastar muito dinheiro pode ter aqui uma boa oportunidade . A Women´secret tem imensas necessaires até 10 euros que devido aos tamanhos, padrões e texturas podem ser porta moedas, bolsas para protetores solares e algumas servem mesmo como mala de mão e complemento de um outfit bem original.

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terça-feira, 10 de julho de 2018

Saldos para que vos quero ...

Aqui fica mais uma sugestão para os saldos deste Verão. São super confortáveis estes ténis da Lacoste, os meus são prateados, mas existe em dourado, azul , rosa. Dão um toque especial num look casual chic. 

PVP 100 euros
Saldos 60 euros

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segunda-feira, 9 de julho de 2018

Saldos para que vos quero...


Há marcas que valem a pena o investimento. A Timberland é uma delas. Os sapatos são confortáveis e têm uma excelente qualidade. Estas sandálias são daquelas peças essenciais num guarda roupa de Verão. Vestidos compridos, calções, calças de ganga são tudo combinações possiveis.


PVP 130 euros
Saldos 91 euros
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domingo, 8 de julho de 2018

Workshop maquilhagem com a Inês Franco



Fui a um workshop de maquilhagem com a Inês Franco e recomendo. Já falei dela aqui no blogue, uma vez que foi ela que me maquilhou no dia do meu casamento. Para além de ser uma excelente profissional é uma pessoa pela qual tenho uma grande empatia, daquelas que gera boa energia em volta dela. Este tipo de workshop teve a duração de 3 horas, um custo de 85 euros por pessoa, e aprendemos essencialmente a usar devidamente os pincéis de maquilhagem, a maquilhar olhos com sombra e eyeliner, e a maquilhar a pele. A Inês dá imensos truques e dicas práticas, para além de aconselhar produtos e marcas. Se juntarem um grupo de 6 a 8 amigas enviem-lhe um email que ela faz um destes workshops só para vocês. A maquilhagem faz toda a diferença no meu dia-a-dia. É muito raro andar de cara lavada.  É tudo uma questão de hábito. E se for o básico: creme hidratante, base, corretor de olheiras, rímel, pó compacto e blush, não demora nada e acreditem em mim, vão sentir-se muito melhor. Normalmente não faço eyeliner, não uso sobras no dia-a-dia, mas para um jantar ou uma festa, uns olhos maquilhados fazem a diferença no outfit. Espero daqui a uns meses repetir mas já um nível mais complexo. Acho um excelente programa para fazer com amigas e faz um bem danado à nossa alma. Se eu não cuidar de mim, quem cuidará?


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sábado, 7 de julho de 2018

Estado em que se encontra este blogue...


Ohhhhh Yeahhhhhh! Vou piscinar o fim-de-semana inteiro porque as 37 semanas do baby boy não dão para mais. A barriga proeminente não engana, não foi uma feijoada ao almoço, nem engoli a bola do mundial. A partir de agora nunca se sabe quando é que o miúdo decide nascer, por isso deixa cá apanhar uma corzinha para não ir para a maternidade com ar de quem ainda não viu o Verão.
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sexta-feira, 6 de julho de 2018

Roupa para Bébé



O Manel vai herdar muita coisa do primo Miguel que tem 4 anos e roupa ótima. Mas claro, o meu coração de mummy to be não resiste a comprar-lhe algumas peças mesmo sabendo que vão durar poucos meses. Confesso que comprar online no que toca a roupa não é o meu forte. Não conseguimos ver a qualidade dos tecidos, nem perceber exatamente os tamanhos. Decidi dar um salto de fé quando encomendei o conjunto que estão a ver na foto da marca Manel e Maria. Já os seguia no instagram há algum tempo, a roupa é gira que dói e arrisquei. Adorei a qualidade da roupa, o facto de já vir lavada e a cheirar a colónia de bébé, e mais... não tem uma única etiqueta. Fiquei absolutamente rendida! A isto chamo serviço de elevada qualidade, e acima de tudo marcar a diferença numa área onde as marcas são mais que muitas.
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Tanta roupa no armário ... e nada para vestir!

Com o passar das semanas e a transformação do meu corpo, fui percebendo que já não conseguia usar parte da minha roupa. Especialmente as calças que aos 4 meses de gravidez começavam a magoar-me a barriga, nomeadamente enquanto conduzia. Como tenho um trabalho que implica roupa mais formal não me pude limitar ao uso de calças de ganga para grávidas, jardineiras, ou leggings. As minhas amigas aconselharam-me as calças de ganga da H&M por terem um preço acessível e serem confortáveis. Eu bem tentei enfiar-me dentro delas, mas não percebo porquê, decidiram fazer modelos skinny e as minhas pernas ficavam demasiado apertadas. Andei à procura de outras soluções e encontrei 3 lojas onde comprei grande parte da minha roupa de grávida. A Mummy Cool em Campo de Ourique, Lisboa, o Espaço Mamãs no Porto, e a Pré-Natal que existe na maior parte dos Centros Comerciais. Confesso que não gostava da ideia de andar com roupa larga ou alguns números acima do meu para me sentir confortável. A vantagem é que por exemplo na Mummy Cool existe roupa para festa, que pode ser uma ajuda preciosa para os casamentos e batizados que normalmente existem durante o Verão. Calções para os dias mais quentes comprei os da Maman Avant Garde que são super confortáveis e embora tenham loja on-line eu comprei-os na Mais Grávida em Gondomar que vende roupa da marca. Quanto aos vestidos, encontrei 3 compridos que têm a vantagem não sendo de grávida de poder usar durante a após a gravidez. O que estou a usar na foto é da Natura . Têm também a Lanidor e a Funky Project com várias opções e agora estão em saldos. Espero que as dicas ajudem a facilitar a procura a outras grávidas que estejam a ler o blogue.


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quinta-feira, 5 de julho de 2018

Sessão fotográfica na gravidez



Sou uma pessoa de pessoas, de emoções, pequenos pormenores. Para mim numa casa não podem faltar livros e molduras com fotografias. Transportam-me a sítios e momentos onde fui feliz. A gravidez não podia ser excepção. Queria recordar a minha barriga e a viagem destes 9 meses depois do Manel nascer. Encontrei a Susana Schmitz através do instagram e do seu trabalho com recém-nascidos. As fotos dela com bébés de poucos dias são incriveis. Os pais também entram neste registo fotográfico. Não partam do principio que eles não gostam de tirar fotografias. O meu marido também não era muito dado ao registo fotográfico e tem-se revelado muito paciente e participativo cada vez que eu lhe peço para fazermos uma sessão (fizemos para os convites de casamento, casamento, trash the dress, gravidez). Adorámos o resultado final. Espero voltar ao estúdio da Susana com o Manel nos primeiros dias de vida. O estúdio é muito confortável, bem equipado, tem imensos cenários e diferentes espaços. Espreitem mais sobre o trabalho dela aqui.
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quarta-feira, 4 de julho de 2018

Escuta o teu corpo ...


Uma das coisas que mais gosto na blogosfera é a partilha de informação. Já conheci livros, músicas, locais, fotógrafos, pelo facto de alguém ter partilhado num blogue. O livro "Escuta o teu corpo" da Francisca Guimarães foi-me dado a conhecer através de um post escrito pela Catarina Beato no blogue Dias de uma Princesa. Procurei na Bertrand e na Fnac e só mandando vir. Decidi encomendar pela wook e estou fã do serviço. Em menos de 24h apó ter feito a encomenda online, o carteiro estava a tocar à minha porta com o livro. Estava tão curiosa que li as primeiras 80 páginas de uma só vez.  Quero aprender mais sobre as questões da saúde em função daquilo que comemos. Não por uma questão de peso ou dieta, mas porque tenho a noção de que me vou sentir melhor. Já tive muitas alturas com falta de energia, cansaço, exaustão e acabei sempre por recorrer aos fármacos para recuperar. Mas tenho cada vez mais consciència de que existem vias saudáveis para atingir aquilo que precisamos. Alterar hábitos de vida não é fácil, mas a longo prazo compensa. Lembro-me de quão difícil foi deixar de beber café com açúcar, ou dos 6 kg que perdi no ano passado só com desporto e alimentação equilibrada. O exercício físico também é fundamental e tenho ainda um longo caminho a percorrer. Mas neste momento sei que consigo. Comecei a correr há 3 anos e ainda me lembro da minha primeira corrida de 5 km sem parar. Algo que parecia uma utopia já que nunca tive grandes hábitos desportivos. Os 5 kms transformaram-se em 10 km e os 10 em 21km.  É a minha distância máxima ao dia de hoje. Fi-lo para provar a mim mesma que era capaz de  me superar. Com a gravidez parei as corridas, mas espero voltar depois do Manel nascer. Quanto ao livro, espero que seja mais um aliado nesta minha procura pelo equilibrio corpo/mente que a pressa dos dias nos teima em roubar.
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terça-feira, 3 de julho de 2018

Banho na Shantala versus banheira tradicional



Aprendi a dar banho a um recém nascido numa banheira convencional quando fiz o curso de enfermagem há 15 anos atrás. No curso de preparação para o parto também me ensinaram a dar o banho numa banheira tradicional. Acontece que fui a um workshop sobre cuidados ao recém nascido e ouvi pela primeira vez falar da Shantala. Há todo um mundo de acessórios dedicados à maternidade e recém nascidos que eu desconhecia por completo. Li mais sobre o assunto, vi vídeos e parece-me excelente para o bébé tomar banho na shantala, mas pouco prático para os pais. Acho que o princípio da Shantala : recriar o o ambiente do útero materno está absolutamente correto, acredito mesmo que o bébé se sinta mais confortável. Contudo, ficam as dúvidas acerca da facilidade ou dificuldade de dar banho ao bébé. Há por aí mães que já tenham usado a Shantala com vosso filho e me queiram elucidar? 
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Ainda falta muito? Ou as maravilhas do terceiro trimestre...

Estou pior que as crianças que contam os dias para o Natal... Ainda falta muito? Se não dei pelo passar do segundo trimestre de gravidez, que foi o verdadeiro passeio na avenida, já o terceiro nem se fala. Comecei com dor ciática às 28 semanas, seguida de dor lombar, dor cervical and so on... Forma de remediar isto, às 30 semanas deixei de trabalhar, conduzir só mesmo distâncias curtas, fui para a hidroginástica. Insónias, ai a maravilha que são as insónias. Não consigo adormecer antes das 2 ou 3 h da manhã quando já estou completamente de rastos. Uso uma almofada no meio das pernas, já experimentei as almofadas de gravidez com o nosso tamanho e nada... Remédio santo é mesmo o Nausefe, que se no primeiro trimestre me salvou dos enjoos, agora ajuda-me a dormir. Questionei a obstetra e não há qualquer problema em tomar. Outra pequena maravilha é conseguir fazer a digestão. O menino Manel tem o rabo encostado ao meu diagrama e parece que o puto quer sair pela boca. Pelo caminho deve comprimir tudo. Resultado, tenho de comer pouco de cada vez porque de outra forma não funciona. Respirar está cada vez mais dificil. Já tentei explicar à pequena criatura que se eu não respirar ele também não respira, mas ele nao está nem aí. Os pontapés na zona das costelas continuam ... Portanto caros amigos é assim que estamos... a contar os dias para o fim do mês de Julho, espero sobreviver até lá. Ah já me esquecia, e a falta de energia? Parece que passo o dia a trabalhar de sol a sol. Basta ir ao supermercado e voltar uma hora depois para me sentir exausta. Isto está a tomar um rumo maravilhoso... Espero que me sobre energia q.b. para o trabalho de parto, ou que na hora a força mental me ajude, porque fisicamente isto está a ficar complicado. May the force be with me.
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segunda-feira, 2 de julho de 2018

Querem ver um bom filme?Joaquin Phoenix mostra como se faz


Em tempo de silly season não é hábito termos bons filmes no cinema. Mas como este Verão mais parece Novembro, estamos com sorte . Termos a Rooney Mara e o Joaquin Phoenix no mesmo filme, já me parecia um bom motivo para ir ao cinema. Ver o trailer aguçou-me o apetite. E lá fomos nós, numa tarde chuvosa, no início de Julho, para afogar as mágoas de não haver sol para piscinar.  O filme é muito mais que um valente murro no estômago. É sobre reinventar, perdoar, aceitar. O Joaquin Phoenix está simplesmente brilhante, as usual. Vão ver antes que os fins de tarde na praia, os petiscos, e as noites quentes de luar vos afastem das salas de cinema. Depois não digam que não avisei.
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domingo, 1 de julho de 2018

Julho, o mês em que a minha vida vai girar 180º

Chegou o tão desejado mês de Julho. Há meses que espero por ele. Dizem que a vida muda por completo, que as prioridades se alteram, que o coração passa a bater fora do peito.Oiço dizer que não há amor como este, que é um acontecimento avassalador, que vou nascer de novo, que me vão crescer asas, que o instinto apura-se. Dizem que é o dia mais importante da minha vida... Sei que não estou preparada, nunca se está. Mas sei que o vou receber de braços abertos, com todo o meu amor,  e que ele me vai ensinar um bocadinho a cada dia, o que é ser mãe. Chegou Julho, o mês em que vou ser mãe do Manel.
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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Faltam 4 semanas para parir ...

A 4 semanas de parir o baby boy há algumas coisas a tratar. Berço montado. Mala de maternidade do Manel pronta. Carrinho e babycoque por tratar. Mala de maternidade da mãe por fazer. Tenho andado em negação com a história das  3 camisas de dormir que pedem na lista da maternidade.  Não tenho nada disso em casa, muito menos com botões à frente. Só uso pijamas, ou calções e tops. Camisas de dormir só aquelas sexy de cetim onde a minha barriga e mamas não cabem de momento. Já sei que depois é saca da mama, levanta a camisa de dormir para ver os pontos, vem outra enfermeira e quer ver se há perdas de sangue,  já sei, não precisam lembrar... Cada vez que entro numa loja e olho para aquilo juro que tenho calafrios. Mas dado que estou quase com 36 semanas, e corro o risco de ir para lá só com T-shirt e cuecas (e depois era pior a emenda que o soneto) lá me decidi. Acho que pareço um mono de camisa de dormir, uma velha, qual doente psiquiátrica, sei lá... Não gosto e pronto. Também não acho que seja mais prático, mas não discuto. Por acaso entrei na Woman´secret, assim só para cheirar os saldos e ver as coisas lindas de praia que este ano não vou desfilar pelo areal ... snif, snif, snif e descobri que têm uma coleção de maternidade. E assim, só por acaso as ditas camisas de dormir estavam com 50% de desconto. Trouxe a da foto (que é gira q.b e confortável, só não fica tão bem como na modelo da foto porque tenho dúvidas que a moça esteja em fim de tempo) e mais uma completamente branca. Depois há chinelos, roupão, necessaire e todo um conjunto de coisas que já tenho. O bom disto tudo é que a metade do preço se só servir para a maternidade e para dar de mamar já cumpriu a obrigação. Mas não me digam que isto nos fica bem porque nãoooooooooooo fica mesmooooooo!

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quinta-feira, 28 de junho de 2018

As minhas escolhas para a gravidez

Com a gravidez o nosso corpo sofre bastantes alterações. No meu caso as mamas cresceram bastante e tive de pensar em mudar de soutiens a partir dos 4 meses de gestação. Aconselho os que tenho usado. Os Bravado da Medela (marca especializada em amamentação) são super confortáveis dão para a gravidez e depois para o periodo de amamentação. Podem comprá-los na Well's, em farmácias, na Zippy, e em lojas de artigos para grávidas.
Outro dos cuidados que tenho tido, foi na escolha de um bom creme para prevenir as estrias. Recomendaram-me o Woman ISDIN, que algumas mulheres ainda conhecem como Velastisa, mas que recentemente mudou a embalagem, mas com os mesmos ingredientes. É de rápida absorção e não deixa a pele gordurosa. Depois do parto partilho se os resultados foram os desejados.


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It´s a baby boy


Às 18 semanas de gravidez soube que estava à espera de um menino. Não tinha qualquer preferência pelo sexo já que é o nosso primeiro filho. Quero apenas que seja saudável. Decidimos chamar-lhe Manuel Maria. O único Manuel da família é o meu avô materno, que já faleceu há muitos anos. Fica o nome em jeito de homenagem . A ecografia morfológica das 21 semanas, confirmou o que a obstetra nos tinha dito no consultório. Não há quaquer dúvida, é mesmo um rapaz e está de boa saúde. Foi a partir das 21 semanas que comecei a fazer compras para o bébé. Até lá preferi aguardar para ter a certeza de que o bébé estava bem e a gravidez ia mesmo evoluir normalmente. Em Portugal a gravidez é interrompida até às 24 semanas caso se verifiquem doenças graves do feto. As ecografias são sempre momentos especiais para mim. Adoro vê-lo e perceber o que está a fazer. Desta vez o Manel brindou-nos com o punho erguido a "bater à porta". E nós futuros pais, de olhinhos brilhantes e a sorrir que nem uns tontos, a olhar para o pequeno ecrã.
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quarta-feira, 27 de junho de 2018

Quando a maternidade surge tarde (para os padrões da nossa sociedade) ...

Primeiro vem o curso, depois o casamento e logo a seguir os bébés. Não sei quem inventou a sequência, mas o facto é que ainda hoje é isto que a sociedade espera de nós e de preferência por esta ordem. Se aos 30 não estamos casados é porque existe algo de errado conosco. Se aos 35 não há casamento nem filhos, o caldo está entornado. Oiço e leio muitas vezes que esta geração  (no meu caso a dos nascidos nos anos 80) se preocupa demasiado com os estudos, com a carreira e com as viagens. Dizem que queremos chegar ao topo, que somos exigentes, que queremos uma boa casa, um bom carro, um bom ordenado, ter tempo para o ginásio, e conhecer o mundo. A família, essa, fica para depois. Discordo disto tudo. Desde os 30 que me lembro de ter vontade de ser mãe. Contudo, não acredito na maternidade como acto isolado. Para mim faz sentido no contexto de casal. Acho que um filho deve ter uma família com pai e mãe. Mas esta é apenas a minha visão. Tive vários namorados. Algumas vezes acreditei que podia ser para sempre, mas não foi. Decidi que ia continuar a viver a minha vida sozinha, sem nunca deixar de acreditar que existem amores que valem a pena.  É verdade que tirei o curso, que fiz o Mestrado, que fiz formações, que viajei q.b.  Vivi sozinha, vivi acompanhada. Acreditei no amor, chorei por desamor. Mas mantive-me fiel àquilo em que acreditava, viver bem comigo própria acima de tudo. Quando não pensava muito no assunto apaixonei-me por um colega de trabalho que já existia na minha vida há alguns anos, namorámos, casámos e vamos ser pais dentro de 5 semanas. No meu caso a maternidade chega aos 37 anos, não porque foi adiada em detrimento de uma carreira. Apenas e só porque a relação da qual este bébé vai nascer existe há 2 anos e meio. Ainda bem que há pessoas que começam uma relação duradoura, com base na amizade, e nos valores da família aos 20. Comigo aconteceu muito mais tarde e só aos 35 veio a certeza de avançar para o casamento, e aos 36 a decisão de avançar para a maternidade. Talvez precisasse de errar umas quantas vezes para ter a certeza suficiente de que vivo o dia de hoje plena de serenidade enquanto espero a chegada do Manuel às nossas vidas.
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terça-feira, 26 de junho de 2018

A (outra) pele que há em mim ...

Sou uma pessoa de pele. Muito mais emoção do que razão, mais coração do que cérebro. Sabem aquelas crianças que dormem agarradas a uma fralda que não deixam que ninguém lave porque o cheiro lhes é familiar ? Ou que dormem inclusivamente agarradas a uma peça de roupa da mãe para sentirem o cheiro desta? Há noites em que o meu marido está fora. O trabalho assim obriga. É aí que a minha outra pele, a dele, se revela. Gosto de dormir agarrada à almofada dele para o sentir mais perto. Aquele cheiro adocicado que me trás conforto e faz sentir tranquila. 
Muitas noites já ele dorme e eu agarro-me em conchinha e fico ali, a sentir o cheiro da pele dele. Porque o amor é também ( e muito) uma questão de pele. 
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segunda-feira, 25 de junho de 2018

O primeiro trimestre de gravidez ...



Confesso que o primeiro trimestre de gravidez não foi fácil para mim. Existiu sempre um misto de felicidade misturado com medo. Eu precisava muito da ecografia das 12 semanas e do rastreio bioquimico que me garantisse que estava tudo bem. Logo eu, que sou a rainha do otimismo! Embora já não exerça, sou enfermeira, assisti a partos, já vi muita coisa correr menos bem e li outras tantas sobre o assunto. Engravidar com 36 anos também não ajudou. O fantasma das trissomias e o seu crescimento exponencial a partir dos 35 anos era uma das minhas preocupações. E não me venham dizer para pensar positivo, que vai dar tudo certo, que estas coisas só acontecem aos outros, porque essa não é a verdade. E não, não me deixam mais descansada. Nestas coisas sou uma mulher de ciência e precisei de ver o bébé na ecografia as 12 semanas, de ouvir a exlicação do médico e de perceber que tudo conjugado dava uma garantia quase absouta de estar tudo bem. Às 12 semanas de gravidez respirei de alívio. Assumi que ia ser mãe e comecei a contar a toda a gente. Até ali a gravidez foi só para a família mais próxima.
Os enjoos, esses malditos também não ajudaram. Abençoado o santo Nausefe que durante 12 semanas foi a minha salvação. O problema foi o sono que já tinha associado ao sono provocado pelo medicamento. Tive dias de zombie autêntico ... Mas às 12 semanas os enjoos desapareceram e os dias ficaram mais fáceis. Fazer a ecografias das 12 semanas é fabuloso. Aperece o nosso bébé todo formado e senti pela primeira vez que existe alguém dentro de mim. Como é possível ter apenas 12 semanas e estar completamente formado? Esta foi para mim A Ecografia. Às 6 ou 7 semanas fiz uma para confirmar a evolução da gravidez e os batimentos cardiacos do bébé e não fiquei muito deslumbrada. O bébé parecia uma ameijoa a abrir e fechar. Bem sei que já era o meu filho, mas as imagens ainda não me convenciam. Chamem-me cética, prudente, descrente... só não queria criar falsas expectativas. E para desfrutar da minha gravidez de forma tranquila precisei dos felizmente avanços da medicina sob  forma de ecografia, análises e médicos com olho clinico treinado. Ainda bem que existem e trazem segurança às nossas vidas. 
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sexta-feira, 22 de junho de 2018

O dia em que soube que ia ser mãe...


Quando decidimos casar, pensámos em engravidar logo a seguir. Como não sabiamos o tempo que iamos demorar e tendo em conta que eu tenho 36 anos e o meu marido 41, achámos que querendo ser pais não valia a pena adiar o nosso projecto de familia. O que não esperávamos é que fosse tão rápido. Todos me diziam que a partir dos 35 anos é mais díficil, para me preparar para uma espera de 1 ano. Honestamente estava tranquila, fiz os exames necessários e não pensei muito mais no assunto. Quando o bébé chegasse seria bem-vindo. E dia 20 de Novembro, fiz o teste de gravidez... Lá estavam os tracinhos a indicar que a cegonha vinha a caminho. Meio incrédula, decidi fazer outro teste 10 minutos depois. Não era possivel estar grávida 3 meses depois de começar a tentar. O segundo teste confirmou o primeiro. A vontade de ligar para o meu marido e contar era enorme. Mas não podia dar uma notícia assim, eu na casa-de-banho de um centro comercial, durante a hora de almoço, a fazer xixi para o frasquinho que tinha acabado de comprar na farmácia. Fui comprar uma chucha pequenina e esperei até a noite para lhe contar. Quando lhe entreguei a caixinha ele começou logo a chorar e a perguntar-me :
- Estás grávida?
- Sim estou. Vamos ser pais. -respondi 
A felicidade de ambos foi imediata. Estavamos incrédulos, excitados, cheios de vontade de contar a toda a gente. Afinal dentro de mim estatava o início do nosso projeto de família.
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terça-feira, 1 de maio de 2018

Make Up : Os meus essenciais



Ao longo dos anos experimentei várias marcas de maquilhagem. Nem sempre acertei no tom adequado à minha pele, nem no grau de cobertura da maquilhagem. Neste momento estou muito satisfeita com os meus básicos. Diariamente aplico , base, pó compacto, blush, corretor de olheiras e rimel. São 5 minutos fundamentais para me sentir bonita mesmo nos dias em que estou mais cansada ou dormi pouco.

Corretor de olheiras - Giorgio Armani nº3.5  (venda exclusiva corte inglês ou aeroportos)
Base - Double Wear - Estéer Lauder
Pó Compacto - Double Weat - Estéer Lauder
Blush - Terracota - Guerlain
Rímel - Sumptuous - Estéer Lauder
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sexta-feira, 27 de abril de 2018

Wedding Day : Trash the Dress


 O Trash the Dress é uma sessão fotográfica que os noivos fazem já depois do casamento. Estão a ver aquelas fotos espetaculares na praia? Esqueçam, não foram tiradas no dia do casamento. Este é um dia mais tranquilo em que nos voltámos a vestir de noivos e combinámos com o fotógrafo num local à nossa escolha para tirar fotos mais descontraidas sem ter os convidados à nossa espera.




O nosso Trash the Dress foi feito na Praia da Cresmina com o super Pau Storch (acreditem, ele faz magia com a máquina). O resultado é o que está à vista. Uma foto super romântica e outra de pura diversão. Aconselho vivamente. São memórias que ficam.



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quinta-feira, 26 de abril de 2018

Wedding Day : seating plan




Para as mesas escolhemos locais de Lisboa e do Porto de que ambos gostamos. O Porto é a cidade dele, Lisboa é minha cidade do coração (embora tenha nascido no ribatejo). A porta onde o seating plan foi colocado pertence à casa da minha avó Maria, e por isso está carregada de memórias da infância. 
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quarta-feira, 25 de abril de 2018

Wedding day: ofertas aos convidados



Este é sempre um tema difícil. Parece sempre que vamos escolher coisas inúteis ou repetidas. Como o casamento foi no Ribatejo, e o noivo é do Porto achámos simpático escolher uma marca do norte que está na moda e tem produtos de ótima qualidade : Castelbel Porto. As senhoras receberam um creme de mãos de verbena, e os homens um sabonete.
Para as casas de banho das senhoras, escolhemos o sabonete liquido com embalagem rosa da mesma marca. Para a dos homens a embalagem preta. Os pormenores fazem toda a diferença.


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terça-feira, 24 de abril de 2018

Wedding day : o espaço




Escolhemos a Quinta do Convento da Visitação, em Alenquer para a festa de casamento. O espaço está inserido numa propriedade vinícola. A vinha, as árvores e o mirante dão a esta Quinta um brilho próprio. O catering ficou a cargo do Páteo Velho.












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segunda-feira, 23 de abril de 2018

Wedding Day - detalhes de cor

Para o dia do meu casamento escolhi os tons rosa pastel. As damas de honor tinham vestidos e ramos com tons rosa suaves, tal como as cores do meu ramo e dos arranjos que escolhi para as mesas da sala do jantar.




 Fotografia : Mariana Megre 

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Wedding Day : o bolo

Sejam originais na escolha do bolo. Fujam do tradicional. Acreditem que os vossos convidados vão agradecer. O meu casamento foi celebrado na igreja às 15 h . Optámos por um cheesecake servido em pequenos copos logo à saída da Igreja ao som de saxofone. Foi para mim um dos momentos deliciosos daquele dia. Primeiro, porque os convidados não estavam à espera, depois porque habitualmente ninguém come bolo de noiva, e acreditem, não sobrou um único copo de cheesecake. O bolo foi acompanhado de champanhe, limonada e águas. 

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